Corta o Preconceito

Dar visibilidade a histórias pessoais de jovens vitimas de discriminação, racismo e preconceito.

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A que faixa etária pertences?

  • Tenho entre 18 e 25 anos

Termos e Condições Desafio Gulbenkian 25 sub 25

  • Sim, li e estou de acordo

Lista de verificação de elegibilidade

  • Na Ashoka, definimos agente de mudança como qualquer pessoa que se põe em acção para responder a um determinado problema, activa outros, e trabalha no sentido de encontrar soluções para o bem de todos. Se te consideras um(a) jovem agente de mudança assinala esta caixa.
  • Terás entre os 13 e os 25 anos em 7 de Outubro de 2020.
  • A tua ideia será implementada em território português.
  • Confirma que dás o teu consentimento para que possamos dar visibilidade ao teu projeto e percurso neste desafio, nas redes sociais.
  • Confirma que tens o direito de usar ou partilhar qualquer conteúdo que tenhas colocado neste formulário de candidatura.
  • Se tens menos de 18 anos, confirma que tens autorização dos teus pais ou encarregados de educação para participar neste desafio, através do formulário enviado por email, assinado.

Em que projeto das Academias Gulbenkian do Conhecimento estás a participar?

  • Lifeshaker – Metodologia CriAtividade

Qual o mês e ano em que nasceste?

Março-2001

Com que género te identificas?

  • Masculino

Website ou perfis de redes sociais

https://www.facebook.com/marinho.amaro.1

Nas próximas nove perguntas irás apresentar a tua Ideia Criativa e Transformadora! 1. O Problema: Qual o problema que estás a contribuir para resolver?

Segundo a Amnistia Internacional, registou-se em Portugal no último ano o aumento do "discurso de ódio" na sociedade portuguesa, nomeadamente no plano político, acompanhado do crescimento de "um racismo latente".

A nível Europeu, e no contexto pandémico actual, verificou-se, de acordo com a mesma fonte, que "negros, ciganos, refugiados e sem-abrigo tiveram tratamento diferente em vários países".


2. Motivação: O que te motivou a querer resolver este problema?

Em 2015, fui participante e protagonista da campanha "Corta o Preconceito" - promovida com o apoio do Alto Comissariado das Migrações.

Esta campanha foi construída através da partilha de histórias de jovens, que como eu, pertenciam à comunidade cigana de Almada, e que ao longo da sua vida tinham vivenciado ou observado situações de discriminação e preconceito com base na sua "origem" étnica.

Estas histórias deram origem a um storyboard, a partir do qual, com o apoio de uma realizadora, se criou um vídeo de curta duração e uma exposição fotográfica - que foram disseminados através das redes sociais.

Honestamente, não acreditava que a nossa campanha fosse conseguir alcançar a simpatia de tantas pessoas, somando-se ao longo do tempo mais de meio milhão de visualizações e cerca de 5k de partilhas.

Nos tempos que correm, sinto uma regressão da opinião pública em relação em relação às questões da Igualdade, que têm que ser contrariadas. Percebendo eu, o impacto que o "Corta o Preconceito" conseguiu obter, tenho a vontade de reactivar esta ferramenta, orientando-a para através de narrativas pessoais combater a desinformação e o populismo relativamente a indivíduos pertencentes a minorias.

3. A tua Solução: Como é que estás a planear resolver este problema?

Pretendo criar uma plataforma online, onde regularmente serão denunciadas publicações que ameaçam a verdade e a democracia, tendo por base informações infundadas envolvendo minorias.

Com base na interação resultante da plataforma, convidarei jovens pertencentes às minorias-alvo das publicações, para debater as consequências pessoais e colectivas, presentes e futuras, da generalização e da credibilização destas narrativas perigosas e discriminatórias.

A partir das conclusões obtidas no debate, serão desenvolvidos em workshops abertos a todos os jovens, 6 Vídeos que visam dar visibilidade a histórias pessoais de jovens vitimas de discriminação, racismo e preconceito.

Como resultado da disseminação viral dos vídeos, conto organizar um evento nacional que promova a avaliação de resultados do projeto e a criação de uma estratégia de crescimento partilhada por todos os jovens envolvidos.

4. O Factor X: O que é que a tua ideia tem de diferente, em relação a outros programas ou soluções que já existem?

A visibilidade mediática da população pertencente a minorias étnicas é ainda residual, não existindo desta forma uma corrente que contrarie o esforço dos movimentos populistas emergentes no nosso País, em apontar estes grupos populacionais como a causa para diversos problemas sociais e económicos. Acredito, que a minha solução, já testada anteriormente em relação à comunidade cigana, é um meio que pode gerar um maior equilíbrio na redução do impacto negativo que o discurso de ódio tem provocado na erosão dos direitos humanos na nossa sociedade.

5. Vais trabalhar em equipa? Se sim, coloca o nome e email dos restantes membros na linha em branco.

  • Não

6.1. Em que distrito resides?

  • Distrito de Setúbal

6.2 E em que cidade, vila ou aldeia resides?

Monte de Caparica

7.1. Onde esperas implementar o projeto?

  • Distrito de Lisboa

7.2. Em que aldeia, vila ou cidade pretendes implementar o projeto? Porquê aí?

Gostaria de implementar o meu projeto em Lisboa, utilizando o Centro de Juventude de Lisboa como espaço fisico para organização de atividades. A escolha deste espaço, prende-se com a sua centralização e reunião de dezenas de Associações Juvenis que poderão valorizar o impacto e o alcance do projeto.

8. Impacto esperado: qual a mudança que esperas que a tua ideia provoque nas pessoas que vai servir?

Os jovens vitimas de discriminação, racismo e preconceito que participem no projeto, terão tal como eu tive no passado, uma oportunidade de através da visibilidade obtida, perceberem que não estão sozinhos e isolados, e que existem milhares de pessoas sensibilizadas e preocupadas com o seu bem-estar.

O aumento da empatia dos potenciais espectadores dos vídeos resultantes do projeto, trata-se de um resultado que poderá estimular a emergência de comunidades mais justas, conscientes e solidárias.

9.1. No último ano, fizeste algo para responder a um problema social ou ambiental, no teu contexto?

  • Sim

9.2. Qual das seguintes afirmações descreve melhor o tipo de iniciativa que tiveste?

  • Apoiei uma campanha ou movimento, já existente, de outra pessoa, ou reagi diretamente ao problema perto de mim. Exemplos: Assinei uma petição, juntei-me a um protesto ou manifestação, ensinei a língua local a refugiados, fiz voluntariado numa casa de acolhimento para sem-abrigo, doei comida/roupa aos sem-abrigo, etc.
  • Trouxe uma ideia ou movimento que já existia para a minha família, comunidade, escola ou empresa. Exemplos: Encorajei amigos/família a começar a reciclar, instalei baldes do lixo para reciclagem na comunidade local, comecei um clube para ensinar raparigas a escrever código no computador, liderei campanhas para informar eleitores, organizei um workshop ou evento comunitário sobre um tema que me preocupa/move, etc.

9.3. Estás a apoiar outros a serem agentes de mudança de alguma das formas aqui descritas?

  • Organizando comunidades
  • Juntando pessoas
  • Sensibilização de agentes políticos

10. Se um amigo ou colega te motivou a participar, escreve aqui o seu nome e email.

airesjctiago@gmail.com - Tiago Aires (Lifeshaker-Associação)

11. Edição de Ideias // Definição de Pressupostos

Em anexo

12. Edição Ideias // Plano para de Ação para Validação de Pressupostos

Em anexo

13. a) Quero alterar os seguintes elementos:

  • Adição de ideias

13. e) OUTRAS ALTERAÇÕES / DESCOBERTAS

Através dos questionários, do vídeo e das entrevistas, recebi um Feedback muito positivo como sugestões e uma excelente ideia que ao longo do tempo tenho vindo a pensar. Esta ideia seria fazer atividades ou campanhas para a promoção das culturas que por vezes são alvo de racismo ou preconceitos.

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