Plataforma online multicliente de viagens bioculturais

Conectamos atores comprometidos com o turismo que desejam promover a sustentabilidade dos territórios através de experiências bioculturais.

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Nome completo do(a) representante do projeto

Alvaro Dante Fiore

E-mail

alvaro.fiore@gmail.com

Nacionalidade

Argentino, residente permanente no Brasil.

Gênero

  • Masculino

Data de Nascimento

16101983

Sede da organização (UF)

  • Santa Catarina

Site da organização

WWW.VIAJESPARABUSCADORES.COM

Mídias sociais da organização

facebook.com/viajesparabuscadores instagram.com/viajesparabuscadores youtube.com/channel/UCj2768s22pU-zhnfdjeOfeg https://www.linkedin.com/in/alvarofiore

Data em que você iniciou o projeto

07/2017

Estágio do projeto

  • Piloto (o projeto está em fase inicial e realizando ajustes)

Elegibilidade I: Você atende a todos os critérios de elegibilidade?

  • Sim, eu tenho mais de 18 anos de idade.
  • Sou brasileira/o ou estrangeira/o residente no Brasil.
  • Tenho atuação direta e comprovada no projeto.
  • Não sou funcionário nem familiar de funcionários da Ashoka e da CTG Brasil.

Elegibilidade II: O projeto inscrito:

  • É um projeto já implementado e posso comprovar nas respostas, fotos e documentações a serem apresentadas nesta inscrição..
  • É um projeto que tem como foco pelo menos dois (2) dos quatro (4) pilares do turismo sustentável (social, cultural, ambiental e econômico) descritos na seção "Escopo e áreas de foco".

Ao se inscrever, você concorda que possamos apresentar seu trabalho nas mídias sociais e outras publicações da Ashoka e CTG Brasil, relacionadas ao Desafio?

  • Sim, eu concordo.

1) Viagem pessoal: qual a história por trás da decisão em iniciar este projeto?

Durante 5 anos viajando como fotógrafo de projetos socioculturais na Ásia e na América Latina, observei como o turismo convencional promove viagens superficiais, produzindo impacto negativo nas comunidades e no meio ambiente, sem gerar mudança significativa no turista. Percebi que a maioria dos turistas estavam sendo transportados de um grande hotel à pontos turísticos, perdendo a possibilidade de vivenciar a experiência de transformação e troca com as pessoas locais. O turista, assim como a comunidade local e o meio ambiente eram afetados em prol do paradigma do custo-benefício, gerando lucro apenas para governos e grandes empresas (muitas vezes estrangeiras). Em 2017, comecei a oferecer as primeiras experiências transformadoras e logo conheci Alejo, quem me inspirou com sua visão do turismo como ferramenta sustentável e de regeneração. Do nosso encontro nasceu este projeto que conecta viageiros e voluntários com fornecedores de experiências e proponentes de projetos de recuperação.

2) O problema: que problema você está ajudando a resolver?

Paradigma linear, enfocado principalmente no turista: a maneira de desenhar, implementar e avaliar os projetos turísticos ainda se centra em a relação custos-benefícios/Validação de baixo rigor em produtos de turismo sustentável oferecidos online no Brasil: existem sites que promovem produtos sustentáveis mas poucas corroboram a legitimidade do impacto de tais produtos/A falta de presença digital, habilidades de marketing e de vínculos condicionam o sucesso de projetos de turismo sustentável.

3) Sua solução: como seu projeto responde a esse problema? Compartilhe sua abordagem específica.

Conectamos, através de uma plataforma P2P multicliente web e móvel, todos os atores comprometidos com o setor turístico: viageiros, voluntários, provedores de experiências turísticas, hotéis e associações civis. Damos visibilidade a cada um deles, acompanhamos os ofertantes na transição técnico-digital e co-projetamos indicadores de gestão e resultados para consolidar uma rede colaborativa e transparente que promova o cuidado dos socioecossistemas brasileiros e a restauração da biodiversidade cultural e dos biomas. Para aderir à plataforma, o fornecedor (hotéis, operadoras de turismo, guias locais...) deve estar disposto a transformar-se, adaptando seu negócio aos protocolos de sustentabilidade, seguindo nossa consultoria ambiental. Dentro dos requisitos, está a colaboração a um projeto socioambiental de recuperação oferecido por associações civis que também formarão parte da plataforma. As associações civis além de serem conectadas aos fornecedores e receberem apoio deles, também poderão receber voluntários inscritos no Viagens para Buscadores. A rede contará com um sistema de autovalidação por meio de referências multilaterais.

4) Que tal incluir um vídeo sobre sua iniciativa?

Guiamos a transição colaborativa de agentes de transformação comprometidos com o setor turístico que desejam impulsionar o desenvolvimento resiliente, sustentável e evolutivo dos destinos, das comunidades e dos projetos através de experiências de imersão biocultural.

5) Atividades: Destaque as principais atividades que você realiza no dia-a- dia do seu projeto.

Conversas com fornecedores de experiências turísticas, hotéis e associações civis para explicar o funcionamento da plataforma. O foco especial é colocado na importância dos indicadores e no compromisso com a sustentabilidade da empresa e do destino a que pertence. - Acompanhamento integral dos fornecedores que já estão na fase prototípica. - Otimização da plataforma P2P multicliente. - Comunidades de aprendizagem com a equipe de trabalho e colaboradores para promover a formação cruzada em turismo, marketing digital e gestão de projetos. - Cursos, diplomas, mestrados. Cada membro da equipe, em seu nível, está em um processo formal de aprendizagem relacionado ao turismo sustentável e comunitário. - Atuação em redes sociais para informar e manter ativa a comunidade de Viagens para buscares.

6) Inovação: Qual inovação sua iniciativa está desenvolvendo ou adaptando para solucionar problemas na área do turismo? Como se diferencia de outras iniciativas no setor?

O valor significativo do Viagens para Buscadores não é apenas promover o encontro entre a oferta, a demanda e as organizações sem fins lucrativos. O nosso diferencial é o acompanhamento de todos numa transição colaborativa e digital que permite consolidar, cada um em particular e o sistema turístico em geral, como um socioecossistema que regenera e sustenta os lugares que habitamos e visitamos. Trabalhamos com três pilares: gestão e indicadores de resultados, formação de facilitadores / auditores, assessoria no desenho de experiências bioculturais e regenerativas, Um dos pontos inovadores é o desenho colaborativo de indicadores, técnicos e sutis, para avaliar como os provedores de experiências turísticas estão integrando critérios de sustentabilidade e regeneração. Este estágio é um requisito inevitável para fazer parte da plataforma. O interessante sobre esses indicadores é que eles serão visíveis e facilmente acessados para que não só a plataforma e o provedor meçam o desempenho, mas também os demais atores do sistema (turistas, volunturistas, associações civis e outros provedores). Da mesma forma, a incorporação do paradigma do turismo regenerativo e biocultural é algo que consideramos altamente necessário e inovador. Assim como, acreditamos na importância de conectar atores do turismo local, com associações civis locais que desenvolvam projetos de regeneração para motivar a recuperação das comunidades e seu entorno.

7) a) Pilares do Turismo sustentável: Quais dos seguintes pilares do Turismo Sustentável o seu projeto contempla?

  • Social - iniciativas que melhorem a qualidade de vida das comunidades envolvidas, que sejam capazes de contribuir em aspectos da educação, saúde, articulação social, diversidade e atuação das comunidades.  
  • Cultural - iniciativas que valorizem as identidades e culturas locais, a preservação das histórias e os saberes tradicionais.  
  • Ambiental - iniciativas que reduzam o impacto ambiental, que ofereçam soluções de compensação, que cuidem da conservação e do uso de recursos naturais, que se proponham a regenerar áreas degradadas e que promovam educação e sensibilização ambiental.     
  • Econômico - iniciativas que atuem a partir da proposta de desenvolvimento local, que gerem emprego e renda localmente, que valorizem fornecedores locais, que construam parcerias e que fortaleçam redes de produção e serviços junto a outros agentes locais.  

7) b) Pilares do Turismo Sustentável: explique como os pilares que sinalizou na pergunta anterior estão presentes na implementação do seu projeto.

O projeto entende e aborda as três esferas da sustentabilidade de forma abrangente e inter-relacionada. O Viagens para Buscadores visa estabelecer critérios de melhoria contínua nas empresas que proporcionam experiências turísticas (sejam atividades, alojamento, alimentação, etc.) através de indicadores; promover alianças colaborativas entre fornecedores e organizações civis para a regeneração de territórios (destinos), tornando-os mais atrativos para turistas e turistas voluntários; promover a aprendizagem bidirecional entre os viajantes e a população local por meio de experiências bioculturais; e transformar a percepção socioambiental de todo o setor, deixando claro que o turismo é uma ferramenta de intercâmbio cultural, de questionamento profundo sobre nossas ações cotidianas. Exemplo: O estabelecimento hoteleiro "Don Enrique Lodge" co-desenhou indicadores de gestão e resultados em conjunto com Viagens para Buscadores e residentes de Colonia La Flor. Da mesma forma, fez uma aliança com a Fundação Habitat e Desenvolvimento contribuindo com 5% do valor da estadia para conservar e regenerar valores naturais e culturais da Mata Atlântica. Estamos na fase prototípica, mas o voluntariado na produção agroecológica está sendo promovido para servir de base e gerar insumos vegetais que serão usados na “Oficina de cestaria Guarani”; bem como o desenvolvimento de uma pesquisa para turistas que ficam em Don Enrique para avaliar o impacto de toda a estadia em sua visão de mundo.

8) Impacto: quais impactos seu projeto causou até agora? Considere impactos internos na estabilidade da sua organização e externos em relação ao pilares do turismo sustentável, utilize dados

Até o momento, o projeto está operando de forma prototípica. Em outras palavras, estamos implementando com alguns prestadores de serviços (10) e associações civis (4) em nível piloto. Portanto, embora impactos positivos qualitativos possam começar a ser percebidos, não os avaliamos e quantificamos. No entanto, o módulo de experiências turísticas no nível do viageiro tem números para compartilhar: Viageiros que relataram ter modificado suas ações diárias ou pensamentos após viajar com Viagens para Buscadores para mecanismos de pesquisa = 30 Depoimento: "Recebi uma mensagem diferente, uma energia intensa .. uma sensibilidade que não tinha experimentado antes .. confundi o rio com o mar .. fiz uma viagem dentro de outra viagem." - Mariana Justel, Inmersión Amazonia Julho 2018. Residentes locais que afirmaram ter modificado suas ações ou pensamentos diários após receber turistas por meio do Viagens para Buscadores = 10 Precisamente o que o projeto pretende é transcender o turista para obter impactos mais abrangentes sobre todos os atores da cadeia.

9) Estratégias de crescimento: Quais são seus planos para fomentar o crescimento de sua iniciativa?

Procura de investidores que proporcionem sustentabilidade financeira suficiente para passar da fase de protótipo à fase de execução. En quanto isso buscamos por projetos interessados e fornecedores para poder iniciar a co-criação de agentes de transformação. Tambem estamos desenvolvendo a presença nas redes sociais para criar uma comunidade virtual com potenciales clientes. A internacionalização da empresa depois da fase prototípica também é considerada por 2 motivos: Os países que atendem à demanda turística internacional do mercado brasileiro estão dentro do MERCOSUL, especialmente a Argentina que contribui com o 40% das chegadas internacionais (Mtur). Por outro lado, Alejo, será o responsável por iniciar a fase de validação de mercado e captar recursos na Argentina, para promover o fortalecimento e a vinculação dos mercados turísticos.

10) Colaboração: como a sua iniciativa colabora com outros atores (governos, universidades, empresas, associações da sociedade civil) para fazer a diferença? Você realiza alguma parceria?

Nossa iniciativa é essencialmente colaborativa. O apoio às associações civis é por meio do espaço virtual para que possam divulgar seus projetos de regeneração e conseguirem patrocínio através dos provedores de experiências validadas da plataforma. Ademais, de poderem gerar ofertas de voluntariado e/ou captar recursos dos demais atores. O objetivo final da rede proposta é que todos os envolvidos ganhem. Os resultados do modelo proposto contemplam tanto benefícios de “negócios” quanto de “desenvolvimento comunitário”, ou seja, “benefícios mútuos” (Tewes-Gradl, VanGaalen e Pirzer, 2014). Dentre eles podemos citar: qualidade e inovação em produtos turísticos, aumento da segurança territorial, promoção de atividades produtivas, fortalecimento de grupos sociais, conservação ecológica, desenvolvimento e fortalecimento de capacidades, melhoria de infraestrutura, respeito à vocação dos atores e do lugar, aumento da reputação da empresa (imagem), etc.

11) Inspirar novos agentes de transformação: você tem influenciado outras organizações e pessoas a se envolverem no seu projeto e/ou a se preocuparem com o Turismo Sustentável? Se sim, como?

Em linha com a resposta anterior, entendemos o projeto como um espaço de troca multidirecional, onde a aprendizagem é construída horizontalmente. Nesse sentido, todos os atores comprometidos com o turismo que pretendem participar, por meio do Viagens para Buscadores, na transformação do setor são considerados agentes de mudança. Assim, a rede como organismo vivo é considerada um grande agente de transformação que visa motivar mais turistas, volunturistas, hoteleiros, guias turísticos e empresários a aderir a esta transição colaborativa. Estamos convencidos de que, como a natureza, devemos construir sistemas diversos e colaborativos para aspirar a uma coevolução sustentável (Instituto de Biomimética, 2020).

12) a)Quais dos seguintes recursos sua organização obteve até o momento?

  • Suporte de amigos
  • Apoio da família
  • Mentores / conselheiros
  • Parceiros e colaboradores

12) b) Planejamento Financeiro: como você planeja financiar o seu projeto a curto, médio e longo prazo?

Nosso fluxo de receita depende diretamente de seus clientes: -Comissão de 10% do custo da experiência cobrada aos Viajantes. -10% de comissão para pacotes de turismo voluntário cobrados do viajante. -Filiação fixa (não definida) cobrada dos voluntários que desejam ter acesso às propostas de voluntários. Fornecedores de experiência anunciam gratuitamente, caso desejem posicionar melhor sua oferta no mercado, deverão pagar um preço fixo (não definido). As associações civis anunciam seus projetos gratuitamente, caso desejem posicionar melhor sua oferta no mercado, deverão pagar um preço fixo (não definido). Entrada por consultorias para fornecedores e associações. Valor estabelecido por determinado projeto. Nossa estrutura de custos é baseada em 4 despesas principais: Desenvolvimento e manutenção da plataforma web. Desenvolvimento e manutenção do APP. Recursos humanos Despesas de viagens para as consultorias. Os objetivos do plano são: Curto prazo até 12/2020 - Plataforma protótipo Recuperar as despesas fixas anuais obtidas com serviços de tecnologia e consultoria: Servidores, hosting, Domínio e desenvolvimento do site e despesas com viagens de equipe. Obter uma receita com base em consultorias feitas aos fornecedores de primeira experiência. Prazo: 12/2020 Médio Prazo - 12/2021 - Plataforma operacional Obter receita através de clientes e voluntários Obter receitas de projetos de consultoria com fornecedores e associações civis. Despesas de manutenção.

12) c) Quanto você já investiu no seu projeto para a operação deste ano?

  • Investimento entre R$1.000 e R$10.000

12) d) Qual é o orçamento necessário para o funcionamento do seu projeto durante 1 ano?

  • acima de R$ 100.000

13) Equipe: qual é a atual composição da sua equipe (papéis, qualificação, tempo integral x temporários, etc)? Como essa composição se transformará no futuro do seu projeto?

Equipe fixa:Alvaro Fiore. Co-Fundador / Desenvolvedor da plataforma. Empreendedor, viageiro e fotógrafo. Lic. em Informática pela UADE (Arg). Pós graduado em Adm. de Empresas (ESADE) e diplomado em Coaching Ontológico e Redes sociais. Alejo Heymo. Co-Fundador / Desenvolvedor do negócio. Engenheiro Agrônomo pela UNL (Arg), com bolsa de estudos ESLQ – USP. Estudante da Me. em Turismo Sustentável e bolsista na Universidade do Meio Ambiente (Méx). Entusiasta, facilitador de processos educativos e desenvolvimento pessoal. Aline Vieira. Gestora de projetos sociais / Produtora Audiovisual. Bióloga e arte-educadora. Apoia programas de salvaguarda da memória e da cultura popular tradicional de Bombinhas. Francine Leal Zanetti. Auditora de projetos / Consultora ambiental na Seed. Mestre em ciência e tecnologia ambiental pela UTFPR. Colaboradora: Vanda Ortega: Ativista indígena e técnica em enfermagem. Moradora e guardiã da cultura e a diversidade no Parque das Tribos, Manaus.

14) Diversidade na equipe: descreva a diversidade de sua equipe e inclua informações sobre a distribuição de cargos.

A equipe fixa é composta por heterossexuais e LGBTs. Brasileiras parda e caiçara, de classe média. Assim como dois argentinos/italianos brancos de classe média, um residente permanente do Brasil, pai de filho brasileiro e o outro antigo residente brasileiro e residente temporário do México. Nossos colaboradores seguem a linha de inclusão defendida pelo projeto, sendo uma indígena da etnia Witoto, ativista dos direitos indígenas e moradora de comunidade multiétnica amazônica. Bem como uma argentina/italiana, branca, de classe média, residente da Austrália e dois mexicanos, de classe média. Nosso intuito é sempre estar ampliando a diversidade étnica e social da composição de nossa equipe.

15) a) Diversidade do público de sua iniciativa: o seu projeto tem como foco específico algum dos seguintes grupos?

  • Minorias étnicas
  • Comunidade negra
  • Comunidade rural
  • Comunidade periférica
  • Comunidade indígena
  • Comunidade quilombola
  • Outra Comunidade Tradicional
  • O projeto não tem como foco comunidades em situação de vulnerabilidade específica.

15) b) Diversidade de público da iniciativa: Dê exemplos reais de como o seu projeto está conseguindo impactar todos os grupos que você indicou na pergunta anterior.

Nas primeiras experiências piloto em 2017, trabalhamos com comunidades ribeirinhas do Rio Arapiuns junto com a Coop de turismo Turiarte, onde nossos viageiros tiveram a possibilidade de conhecer os projetos e colaborar com eles: Criação de peixe, produção de mel e construcção de uma fábrica de alimento para peixes. Tudo com dinheiro e colaboração dos turistas. Na mesma ocasião, fizemos uma experiência piloto com a comunidade multiétnia do Parque das Tribos, bairro indígena e periférico em Manaus. Logo depois, na chegada da Pandemia, graças a nosso primeiro contato conseguimos colaborar com a comunidade para comprar novas máquinas de costura. Isso permitiu que eles produzissem máscaras de proteção para a comunidade, além de venderem as mesmas que eram compradas por entidades privadas e doadas a outras comunidades.

16) Como você soube desse desafio?

  • Mídia social

Evaluation results

15 evaluations so far

1. IMPACTO: Esta iniciativa demonstra impacto relevante, e com evidências quantitativas e qualitativas?

Com toda certeza. - 20%

Sim, há evidências quantitativas e qualitativas de seu impacto na comunidade. - 6.7%

De forma parcial. - 60%

Não, há pouca evidência de resultados de impacto. - 6.7%

Não. - 6.7%

2. INOVAÇÃO: Esta iniciativa desenvolveu e implementou uma abordagem inovadora?

Com toda certeza. - 20%

Sim, tem características inovadoras. - 46.7%

De forma parcial. - 33.3%

Não, há pouca evidência demonstrada. - 0%

Não. - 0%

3. PLANEJAMENTO FINANCEIRO E OPERACIONAL: A iniciativa tem como base um modelo de negócio viável e mostra planos realistas de longo prazo para a sustentabilidade financeira?

Com toda certeza. - 6.7%

Sim, a iniciativa tem um bom modelo de negócio. - 26.7%

De forma parcial. - 40%

Insuficiente. - 20%

Não. - 6.7%

4. REPLICABILIDADE & CRESCIMENTO: Avalie a escalabilidade da iniciativa. Ela tem potencial de ser replicada em outros contextos sociais, culturais e/ou geográficos?

Com toda certeza. - 33.3%

Sim, a iniciativa demonstra potencial. - 26.7%

De forma parcial. - 33.3%

Insuficiente. - 6.7%

Não. - 0%

5. AGENTES DE TRANSFORMAÇÃO: Uma/um agente de transformação social é alguém que se propõem a lidar e encontrar soluções coletivas para o bem de uma comunidade, um grupo, uma localidade. Queremos saber: essa iniciativa ajuda a inspirar e apoiar outras pessoas a se tornarem agentes de transformação em suas comunidades?

Com toda certeza. - 13.3%

Sim, a iniciativa demonstra potencial. - 53.3%

De forma parcial. - 33.3%

Insuficiente. - 0%

Não. - 0%

6. DIVERSIDADE: Esta iniciativa demonstra a inclusão de públicos diversos em sua iniciativa, seja nos parceiros com os quais colabora e/ou na composição de sua equipe?

Com toda certeza. - 26.7%

Sim, a iniciativa demonstra potencial. - 46.7%

De forma parcial. - 26.7%

Insuficiente. - 0%

Não. - 0%

7. AVALIAÇÃO GERAL: De forma geral, você considera que esta iniciativa deve avançar para a próxima fase do Desafio e se tornar um semifinalista?

Sim, com toda a certeza! - 20%

Sim, acredito que sim. - 33.3%

Talvez. - 33.3%

Provavelmente não. - 13.3%

Não. - 0%

18 comments

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Photo of Fernando Oliveira
Team

Muito bacana... parabéns!!!
Vamos conversar sobre futuras parcerias sim.
Bons caminhos.

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Photo of Alvaro Fiore
Team

Beleza Fernando, obrigado por teu tempo! ficamos em contato. Abraço.

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