The Nature Guide

Experiências em áreas naturais preservadas do Brasil.

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Nome completo do(a) representante do projeto

Felipe Ramaldes Corrêa

E-mail

feliperamaldes@gmail.com

Telefone pessoal

27999722992

Nacionalidade

Brasileiro

Gênero

  • Masculino

Data de Nascimento

18091984

CPF (do responsável pelo projeto)

10944187730

Sede da organização (UF)

  • Espírito Santo

CNPJ da organização (a qual o projeto está ligado)

17184274000180

Site da organização

www.thenatureguide.com

Mídias sociais da organização

Instagram - @ntr.guide Facebook - facebook.com/thenatureguide

Data em que você iniciou o projeto

Março de 2017

Estágio do projeto

  • Em crescimento (passaram das primeiras atividades; trabalhando para o próximo nível de expansão)

Elegibilidade I: Você atende a todos os critérios de elegibilidade?

  • Sim, eu tenho mais de 18 anos de idade.
  • Sou brasileira/o ou estrangeira/o residente no Brasil.
  • Tenho atuação direta e comprovada no projeto.
  • Não sou funcionário nem familiar de funcionários da Ashoka e da CTG Brasil.

Elegibilidade II: O projeto inscrito:

  • É um projeto já implementado e posso comprovar nas respostas, fotos e documentações a serem apresentadas nesta inscrição..
  • É um projeto que tem como foco pelo menos dois (2) dos quatro (4) pilares do turismo sustentável (social, cultural, ambiental e econômico) descritos na seção "Escopo e áreas de foco".

Ao se inscrever, você concorda que possamos apresentar seu trabalho nas mídias sociais e outras publicações da Ashoka e CTG Brasil, relacionadas ao Desafio?

  • Sim, eu concordo.

1) Viagem pessoal: qual a história por trás da decisão em iniciar este projeto?

Fiz parte do Instituto Capixaba de Ecoturismo como consultor e depois como presidente, desenvolvendo projetos que auxiliavam as comunidades locais para atuar com o ecoturismo. Os projetos eram um sucesso no sentido da aprendizagem sobre a conservação ambiental, organização comunitária e estruturação para o ecoturismo como meio de geração de renda, mas após nossa saída das comunidades os atores locais tinham dificuldade em se inserirem na cadeia produtiva do turismo. Destinos com exuberância ecológica estavam fora de rotas tradicionalmente comercializadas pelas empresas do setor, que não alcançavam a realidade de comunidades tradicionais ou locais que estavam conservando seu ecossistema cotidianamente por viverem em relação de harmonia com seu meio. Um dia, no Caparaó, ouvimos o plano de um parceiro, de construir bangalôs e atrair visitantes em uma área que era cafezal e ele recuperou a floresta. Minha preocupação se ele conseguiria atrair visitantes nos fez idealizar a The Nature Guide

2) O problema: que problema você está ajudando a resolver?

As empresas brasileiras buscam destinos conhecidos e consolidados para, literalmente, explorar, gerando uma falta de capital barato e de fácil acesso para pequenos operadores locais, principalmente os autóctones, que acabam perdendo território para pessoas de fora quando destinos de natureza passam a ser famosos e entram na moda. Percebemos também que viajantes conscientes que buscam uma experiência autentica com locais acabam não tendo referências claras durante o planejamento da viagem.

3) Sua solução: como seu projeto responde a esse problema? Compartilhe sua abordagem específica.

A ideia é sermos uma plataforma de referência para viajantes conscientes que buscam valorizar as comunidades locais, sua identidade cultura e a conservação ambiental. Para formar as experiências de nossa plataforma buscamos anfitriões que possuem um forte elo com o território em que vivem, preferencialmente estando ali há gerações; que estão no entorno de áreas conservadas ou Unidades de Conservação; e que desenvolvam atividades de conservação da natureza que possam ser vivenciadas pelos visitantes com experiências. Para além de ser uma referência para viajantes conscientes ou da busca pela conscientização de nosso público, damos apoio e suporte aos anfitriões parceiros com investimento, divulgação, atendimento, cooperação com o setor público e colaboração no aperfeiçoamento de projetos de conservação, através da intermediação com turistas que estão planejando suas viagens. Pretendemos ser o AirBnb das viagens conscientes de natureza e da valorização das comunidades locais no destino.

4) Que tal incluir um vídeo sobre sua iniciativa?

Nossa missão é "apresentar a natureza brasileira para visitantes através de experiências com seus guardiões locais". Fomentamos o turismo de forma que ele seja um vetor de apoio e fortalecimento do protagonismo das comunidades locais.

5) Atividades: Destaque as principais atividades que você realiza no dia-a- dia do seu projeto.

Sou responsável pela identificação, negociação e relacionamento com os anfitriões parceiros, presto auxílio na formatação e aprimoramento dos produtos, auxilio no desenvolvimento de projetos de conservação, identifico áreas que precisam de investimento e crio os modelos de acesso a recursos através da própria empresa. Participo também da conceituação que fundamenta nosso conteúdo, que está voltado para a relação entre turismo, conservação ambiental e valorização da comunidade local. Também sou responsável pelas relações institucionais com fornecedores, mentores e consultores no processo de busca e estruturação do nosso modelo de negócio de impacto.

6) Inovação: Qual inovação sua iniciativa está desenvolvendo ou adaptando para solucionar problemas na área do turismo? Como se diferencia de outras iniciativas no setor?

A principal inovação está na curadoria para seleção dos produtos que irão compor nossa plataforma, conforme já citado, nossos anfitriões possuem características que restringem os parceiros nos quais podemos atuar, garantindo que eles sejam verdadeiros guardiões da natureza, promovam a conservação, fortaleçam o protagonismo das comunidades locais e que mantenham a posse de seus terrenos. Essa curadoria é essencial para garantir o impacto nos 4 pilares do turismo sustentável apresentado nesse desafio. A segunda inovação é a forma que medimos nosso impacto, na qual criamos um mecanismos de reversão de parte de nossa receita vinda dos turistas para ações e projetos de conservação ambiental. Nosso primeiro projeto em fase final de implantação fará com que todos os viajantes que usam nossa plataforma colaborem com o reflorestamento permanente no entorno do Parque Nacional do Caparaó, onde contratamos um local para atuar cuidando do processo de preparo e plantio das mudas, com previsão de início em Setembro com 300 mudas a serem plantadas. Esse mecanismo está sendo replicado com todos nossos novos anfitriões parceiros, tendo em vista que a mensuração dos impactos é premissa do nosso negócio. Também favorecemos o protagonismo local realizando investimentos de risco para a estruturação dos produtos dos anfitriões parceiros. Esses investimentos visam principalmente auxiliar na construção de hospedagens junto aos anfitriões parceiros locais, apoiando sua permanência no território.

7) a) Pilares do Turismo sustentável: Quais dos seguintes pilares do Turismo Sustentável o seu projeto contempla?

  • Social - iniciativas que melhorem a qualidade de vida das comunidades envolvidas, que sejam capazes de contribuir em aspectos da educação, saúde, articulação social, diversidade e atuação das comunidades.  
  • Cultural - iniciativas que valorizem as identidades e culturas locais, a preservação das histórias e os saberes tradicionais.  
  • Ambiental - iniciativas que reduzam o impacto ambiental, que ofereçam soluções de compensação, que cuidem da conservação e do uso de recursos naturais, que se proponham a regenerar áreas degradadas e que promovam educação e sensibilização ambiental.     
  • Econômico - iniciativas que atuem a partir da proposta de desenvolvimento local, que gerem emprego e renda localmente, que valorizem fornecedores locais, que construam parcerias e que fortaleçam redes de produção e serviços junto a outros agentes locais.  

7) b) Pilares do Turismo Sustentável: explique como os pilares que sinalizou na pergunta anterior estão presentes na implementação do seu projeto.

Realizamos investimentos na ordem de 89 mil reais na estruturação dos produtos de anfitriões parceiros, de forma que eles não precisam buscar crédito com alto custo, sem risco compartilhado e de difícil acesso. O retorno é a partir dos clientes. Ajudamos a colocar no mercado um produto em parceria com pescador local que não conseguia se inserir no turismo. Na precificação do serviço valorizamos a geração de renda para ele, de forma que nosso ganho é menor. Assim, incluímos ele de maneira justa na lógica de mercado com uma margem de contribuição do produto para a empresa mais baixa do que em outros produtos, mas favorecendo a geração de renda para sua família. A nossa curadoria, principalmente quando trata do elo dos anfitriões com o território, é uma forma de estabelecer a premissa de valorização da identidade cultural. O exemplo anterior do pescador é uma referência, já que ele pode atuar com outra atividade econômica que não seja a pesca, mas mantendo e valorizando os princípios da pesca e seu conhecimento tradicional através do turismo. Criamos experiências que valorizem o modo de vida local, participando de uma pesca tradicional de canoa, do plantio e colheita antes do preparo da alimentação, da produção de cosméticos naturais, etc. No pilar ambiental valorizamos as experiências participativas de conservação e revertemos parte da receita de cada visitante para ações de conservação no território visitado. No Caparaó revertemos R$5 de cada diária para o reflorestamento.

8) Impacto: quais impactos seu projeto causou até agora? Considere impactos internos na estabilidade da sua organização e externos em relação ao pilares do turismo sustentável, utilize dados

Abrimos diálogo com mais de 30 potenciais anfitriões locais, testamos modelos de parceria com 5 anfitriões, estabelecemos 2 parcerias que se consolidaram e mais 2 parcerias estão em fase final. Criamos um novo produto que não existia no mercado e estamos em fase final de mais um. Fizemos aporte de investimento de 89 mil reais na parceria com os anfitriões. Iniciamos em setembro o mecanismo de reversão de receita para a conservação e já temos garantido o plantio de 300 mudas. Com pouco esforço de divulgação geramos R$ 1.300 de renda para um anfitrião parceiro de comunidade periférica que possui renda familiar mensal menor que R$ 1.000. Os processos de parceria fomentam projetos de bioconstrução, trilhas interpretativas, criação de experiências e projetos de conservação diversos, envolvendo famílias/amigos visitantes, profissionais especialistas de várias áreas e, nas próximas etapas, governos locais. Tivemos mentores e consultores em diversas áreas que auxiliaram a estruturação da empresa, seja de maneira gratuita ou prestando serviços, com profissionais da área de inovação, experiência do usuário, tecnologia, negócios de impacto, financeira, marketing digital entre outras.

9) Estratégias de crescimento: Quais são seus planos para fomentar o crescimento de sua iniciativa?

A principal estratégia de crescimento associa um conjunto de ações: investimento em tecnologia para facilitar o atendimento ao público e a apresentação clara dos nossos produtos, que interaja com a experiência do usuário; a busca ativa de novos anfitriões parceiros com a meta de consolidação de 10 parceiros em 2021; a realização de campanhas de storytelling sobre o conceito da empresa nas redes sociais e produção de conteúdos para públicos diversos; e o investimento para bom posicionamento dos produtos no Google e redes sociais. Nessa estratégia é essencial mantermos a empresa enxuta, sem contratação de pessoal até encontrarmos o ponto de equilíbrio a partir de um conjunto de produtos consolidados que garantam a manutenção dos custos mensais e o retorno do investimento no tempo correto.

10) Colaboração: como a sua iniciativa colabora com outros atores (governos, universidades, empresas, associações da sociedade civil) para fazer a diferença? Você realiza alguma parceria?

Os projetos de conservação que desenvolvemos a partir do fluxo de visitantes de nossa plataforma estão associados às Unidades de Conservação de entorno dos anfitriões parceiros. A intenção é que esse investimento avance e auxilie o fomento do uso público e pesquisa em Unidades de Conservação. O primeiro projeto nesse sentido visa estruturar uma trilha interpretativa, com infraestrutura e sinalização, a partir de Procedimento de Manifestação de Interesse Social, visando envolver a comunidade na gestão de um circuito de cachoeiras em área pública, na qual pretendemos aportar recursos e ampliar o conceito de reversão de recursos de visitação na conservação. Também estamos estudando projeto para auxiliar, com recursos dos visitantes e outros recursos associados, a conservação de um grande coral na região dos Abrolhos, apoiando, a partir do conhecimento tradicional, o zoneamento ambiental ecológico econômico da área com pescadores locais, ong´s, universidades e governo.

11) Inspirar novos agentes de transformação: você tem influenciado outras organizações e pessoas a se envolverem no seu projeto e/ou a se preocuparem com o Turismo Sustentável? Se sim, como?

Sim. No processo de negociação todos nossos anfitriões parceiros acabam se inserindo na lógica de pensar estrategicamente a estruturação necessária para conciliar o turismo e a conservação ambiental com protagonismo das comunidades locais. O mecanismo de reversão de receita faz parte de nossos contratos, o que gera automaticamente um debate sobre os conceitos que a empresa visa implantar. Os especialistas que atuam no desenvolvimento dos projetos também acabam aderindo ao conceito, à exemplo das arquitetas que participam conosco do projeto de implantação do sistema permanente de reflorestamento no Caparaó. Como o reflorestamento é uma experiência a ser vivenciada pelos nossos visitantes, estamos implantando uma trilha interpretativa para estabelecer essa conexão com os visitantes e, para isso, desenvolvemos parceria com duas arquitetas que não conheciam profundamente o conceito de negócios de impacto. A medidas que expandirmos para outras áreas, novos especialistas serão envolvidos.

12) a)Quais dos seguintes recursos sua organização obteve até o momento?

  • Apoio da família
  • Vendas
  • Mentores / conselheiros

12) b) Planejamento Financeiro: como você planeja financiar o seu projeto a curto, médio e longo prazo?

Fizemos o aporte inicial para criar a empresa e agora pretendemos desenvolvê-la com recursos próprios, a partir da receita das primeiras parcerias. Como essas receitas ainda são baixas, estabelecemos um crescimento lento, mas que seja seguro e diminua riscos de perda. Só pretendemos abrir para investidores no momento em que validarmos nosso modelo de negócio que tem uma grande diferença: é um negócio de impacto com proposta de inovação social. Ou seja, não somos uma startup comum, pois as premissas são diferentes dos modelos enxutos. Não pretendemos atuar com doações, editais e leis de incentivo, de forma que o modelo de negócio seja validado pela lógica de mercado. Essas possibilidades só serão acionadas para a implantação dos projetos de conservação que, a seguir, também deverão se manter a partir da lógica de mercado (mecanismo de reversão de receita dos visitantes). O único recurso a fundo perdido que iremos tentar captar são de desafios que visam apoiar modelos de negócio de impacto e a prioridade de uso desses recursos serão para o desenvolvimento da plataforma tecnológica (30%), experiência do usuário (20%), ampliação das parcerias (20%) e marketing digital (30%).

12) c) Quanto você já investiu no seu projeto para a operação deste ano?

  • Investimento entre R$50.000 e R$100.000

12) d) Qual é o orçamento necessário para o funcionamento do seu projeto durante 1 ano?

  • entre R$ 1.000 e R$ 10.000

13) Equipe: qual é a atual composição da sua equipe (papéis, qualificação, tempo integral x temporários, etc)? Como essa composição se transformará no futuro do seu projeto?

Hoje a empresa conta comigo e minha sócia, além dos consultores, mentores e prestadores de serviço. Eu sou bacharel em turismo, pós graduação não concluída em gerenciamento de projetos e mestre em sociologia. Sou idealizador e fundador da empresa, não tenho dedicação integral a empresa com atuação média de 4 horas diárias no negócio e cuido da estruturação dos produtos, relacionamento com os anfitriões, parceiros e fornecedores, busca ativa e negociação de novos produtos e análise estratégica do modelo de negócios. Pólen Sartório é sócia no negócio, com graduação, mestrado e doutoranda em Artes Plásticas, atuava em tempo integral, mas atualmente dedica 6 horas diárias na empresa cuidando do atendimento a clientes, controle financeiro e marketing digital. Nossa principal ideia é investir em tecnologia para diminuir o esforço da equipe e escalonar a empresa a partir da ampliação dos produtos, dividindo as tarefas à medidas que a empresa cresce e podemos formar equipes.

14) Diversidade na equipe: descreva a diversidade de sua equipe e inclua informações sobre a distribuição de cargos.

Eu sou mulato, filho de pai negro e avós paternos negros. A Pólen é mulher e branca. Como nossa equipe é reduzida, não temos muito que discorrer nesse momento a não ser intenções de envolver em nossa equipe pessoas que nasceram em comunidades que atuamos, mas que tiveram que vir para a cidade. Temos plena consciência da importância da diversidade na equipe e pretendemos aplicar o conceito quando for possível.

15) a) Diversidade do público de sua iniciativa: o seu projeto tem como foco específico algum dos seguintes grupos?

  • Minorias étnicas
  • Comunidade negra
  • Comunidade de baixa renda
  • Comunidade rural
  • Comunidade periférica
  • Comunidade indígena
  • Comunidade quilombola
  • Outra Comunidade Tradicional

15) b) Diversidade de público da iniciativa: Dê exemplos reais de como o seu projeto está conseguindo impactar todos os grupos que você indicou na pergunta anterior.

Temos a premissa básica de incluir esses grupos na cadeia produtiva do turismo, ou seja, esses grupos fazem parte da essência de nosso negócio, no qual criamos exatamente para dar suporte para alcance ou fomento de seu protagonismo, olhando para as próximas gerações de suas famílias. Entre as várias comunidades que mapeamos e visamos atuar temos a comunidade Quilombola de Monte Alegre e Retiro de Mangaraí no Espírito Santo; comunidade Quilombola Kalunga na Chapada dos Veadeiros; comunidade indígena de Comboios no Espírito Santo; comunidade de pescadores artesanais em Itacaré, além de comunidades ribeirinhas na Amazônia. Conforme explicações anteriores, damos suporte a essas comunidades através de investimentos, estruturação dos produtos, atendimento ao cliente, divulgação entre outras maneiras de apoiar a inserção destas na cadeia produtiva do turismo.

16) Como você soube desse desafio?

  • Mídia social
  • Participou de desafios anteriores da Ashoka

Evaluation results

11 evaluations so far

1. IMPACTO: Esta iniciativa demonstra impacto relevante, e com evidências quantitativas e qualitativas?

Com toda certeza. - 9.1%

Sim, há evidências quantitativas e qualitativas de seu impacto na comunidade. - 36.4%

De forma parcial. - 45.5%

Não, há pouca evidência de resultados de impacto. - 9.1%

Não. - 0%

2. INOVAÇÃO: Esta iniciativa desenvolveu e implementou uma abordagem inovadora?

Com toda certeza. - 9.1%

Sim, tem características inovadoras. - 45.5%

De forma parcial. - 27.3%

Não, há pouca evidência demonstrada. - 18.2%

Não. - 0%

3. PLANEJAMENTO FINANCEIRO E OPERACIONAL: A iniciativa tem como base um modelo de negócio viável e mostra planos realistas de longo prazo para a sustentabilidade financeira?

Com toda certeza. - 0%

Sim, a iniciativa tem um bom modelo de negócio. - 36.4%

De forma parcial. - 54.5%

Insuficiente. - 9.1%

Não. - 0%

4. REPLICABILIDADE & CRESCIMENTO: Avalie a escalabilidade da iniciativa. Ela tem potencial de ser replicada em outros contextos sociais, culturais e/ou geográficos?

Com toda certeza. - 18.2%

Sim, a iniciativa demonstra potencial. - 54.5%

De forma parcial. - 27.3%

Insuficiente. - 0%

Não. - 0%

5. AGENTES DE TRANSFORMAÇÃO: Uma/um agente de transformação social é alguém que se propõem a lidar e encontrar soluções coletivas para o bem de uma comunidade, um grupo, uma localidade. Queremos saber: essa iniciativa ajuda a inspirar e apoiar outras pessoas a se tornarem agentes de transformação em suas comunidades?

Com toda certeza. - 18.2%

Sim, a iniciativa demonstra potencial. - 63.6%

De forma parcial. - 18.2%

Insuficiente. - 0%

Não. - 0%

6. DIVERSIDADE: Esta iniciativa demonstra a inclusão de públicos diversos em sua iniciativa, seja nos parceiros com os quais colabora e/ou na composição de sua equipe?

Com toda certeza. - 18.2%

Sim, a iniciativa demonstra potencial. - 45.5%

De forma parcial. - 27.3%

Insuficiente. - 9.1%

Não. - 0%

7. AVALIAÇÃO GERAL: De forma geral, você considera que esta iniciativa deve avançar para a próxima fase do Desafio e se tornar um semifinalista?

Sim, com toda a certeza! - 18.2%

Sim, acredito que sim. - 27.3%

Talvez. - 36.4%

Provavelmente não. - 18.2%

Não. - 0%

5 comments

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Photo of Pousada Dolphin
Team

Parabéns Felipe, iniciativas como estas valorizam a comunidade local. E o turismo de experiência, é o que está sendo buscado pós pandemia. Sucesso !

https://network.changemakers.com/challenge/turismosustentavel/inscricoes/nature-technology-and-innovation-connected-natureza-tecnologia-e-inovacao-em-conexao

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Photo of Stenio Congro
Team

Parabéns pela iniciativa, Felipe !!
São ferramentas como esse que mostra a diversidade e a cultura do nosso Brasil!! Sou de Três Lagoas -MS certeza que pessoas vão se interessar e tornar-se um anfitrião.

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Photo of Ricardo Aguiar Borges
Team

Olá, Felipe. Parabéns pela sua iniciativa! Realmente são caminhos muito interessantes e nosso país tem um potencial gigantesco ainda inexplorado. Boa sorte com sua iniciativa e, se puder, dê uma olhada na nossa: https://network.changemakers.com/goto/challenge/turismosustentavel/grande-reserva-mata-atlantica-um-novo-modelo-de-desenvolvimento-territorial-sustentavel-por-meio-do-ecoturismo

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Photo of Salvador
Team

Olá Felipe,
Parabéns pela sua iniciativa que traz um olhar holístico sobre o turismo em áreas naturais, atentando para a integração meio ambiente, turistas, comunidades locais e negócios. Temos uma iniciativa inovadora que é o Turismo CO2 Legal - Guardiões do Clima, uma rede colaborativa que atua para fazer do turismo um vetor de conservação ambiental, inclusão socioeconômica no meio rural e de enfrentamento à crise climática. Queremos ampliar a rede de parceiros e replicar nossa iniciativa para outras regiões do país. Gostaríamos que conhecessem e avaliassem nossa iniciativa para sentirem se existe potencial nessa parceria.
Gratidão pela escuta e fiquem bem.
https://network.changemakers.com/challenge/turismosustentavel/avaliacao-i/turismo-co2-legal-guardioes-do-clima

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Photo of Felipe Ramaldes Corrêa
Team

Salvador,

Agradecemos pelo comentário, irei analisar a iniciativa de vocês com muito prazer, espero que possamos fazer alguma conexão! Escrevo para vocês lá após fazer a avaliação.