A Diaspora.Black nasceu pra derrubar barreiras que o racismo cria e recria todos os dias.

Uma startup de impacto social com soluções de tecnologia para promoção e venda de turismo, cultura afro, treinamentos e atividades online.

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Written by

Nome completo do(a) representante do projeto

Carlos Humberto da Silva Filho

E-mail

carloshumberto@diaspora.black

Nacionalidade

Brasileiro

Gênero

  • Masculino

Data de Nascimento

19011979

Diaspora.Black é um negócio de impacto social com soluções de tecnologia para venda turismo, cultura afro, roteiros, treinamentos e experiências online. Alcançando 18 países e 145 cidades, a startup tem 3anos de operação comercial e é empreendida por um grupo de jovens negros com histórico de ativismo e liderança, que somaram suas formações política e skills profissionais para criarem uma organização preta. O negócio social busca ser a maior rede global de tecnologia para conexão de pessoas negras e não negras que querem somar a luta contra o racismo.

O que fazemos:
Promovemos afroempreendedores, lideranças, intelectuais, profissionais do turismo e cultura a partir de uma tecnologia própria de marketing e vendas.

Treinamos estabelecimentos comerciais do turismo, cultura e gastronomia para o desenvolvimento do padrão de qualidade para o consumidores negros.

Desenvolvemos e implementamos o Turismo de Base Comunitária com grupos e comunidades tradicionais para promover a prática sustentável que atenda as principais demandas desses grupos e comunidades.

Articulamos redes de empreendedores, profissionais do turismo - cultura e gastronomia, viajantes e pessoas negras em 18 países.


Como fazemos:

Através de um site com tecnologia própria de marketing e vendas para promover produtos e serviços da comunidade negra com maior alcance. Com metodologias próprias para desenvolver padrão de qualidade para consumidores negros dentro do setor comercial de turismo e para implementar o turismo de base comunitária em grupos/comunidades tradicionais. Articulando redes de profissionais, lideranças, intelectuais e viajantes negros e não negros interessados.

Qual contexto:
Diante da invisibilidade, descaso e estigmatização de patrimônios materiais e imateriais da comunidade afro brasileira que impedem a inclusão de memórias, manifestações culturais, acervos afro e profissionais de forma respeitosa na economia do turismo. Impactando no distanciamento de promover uma atividade econômica que fortalecesse a população negra, seus legados e histórias. O que pode impede a geração de renda e o fortalecimento destes grupos e comunidades, através da geração de renda, reconhecimento de seus patrimônios e no fortalecimento destas narrativas.

No contexto de consumidores negros do setor não serem tratados com o mesmo padrão de qualidade oferecidos para não negros e não serem respeitados em suas integridades como consumidores de turismo, pelas múltiplas formas como o racismo opera para turistas negros e nas limitações de acesso a serviços de turismo pela internet como comprovado pela pesquisa da Harvard, 2016 que apontou que pessoas negras sofrem 16% a mais de rejeição na tentativa de contratação serviços online.

Num contexto em que as maiores corporações de hoje, não são mais empresas do mercado da mineração, mas do mercado de tecnologia e as tecnologias vem reproduzindo em suas operações o racismo das sociedades, submetendo pessoas negras a serem identificadas como suspeitos por tecnologia de identificação facial de sistemas de segurança pública (por associarem a cor da pele negra a de um suspeito), distorcendo elementos da cultura negra como inteligências que não reconhecem o Acarajé como um alimento gastronômico ou confundindo com croquete, ou pelas muitas maneiras que tecnologias desenvolvidas por pessoas brancas não incluem responsiva e respeitosamente pessoas negras.

Num contexto de pandemia onde pessoas negras estão dolorosamente mais sujeitas aos impactos tanto nos casos de letalidade da Covid-19, quanto na proliferação do desemprego e da pobreza, onde se torna necessária a criação de alternativas imediatas para enfrentar a situação.

Diante de todas essas e muitas outras manifestações do racismo estrutural em nossas sociedades, criamos a Diaspora.Black. Para derrubar com tecnologia as barreiras que o racismo nos impõe.


Nossos serviços:

HOSPEDAGEM

Oferta de acomodações em hotéis, pousadas, resorts, hostels, casas por temporada e casas compartilhadas.

Diferencial

Empresas e pessoas que ofertam suas acomodações em nossa plataforma estão oferecendo além de qualidade e conforto, o posicionamento com propósito e assim reafirmam que nesta hospedagem se produz a inclusão, o respeito e a qualidade para qualquer pessoa, sobretudo para negros. Nenhuma outra plataforma de venda de turismo consegue garantir serviços com respeito e propósito.


EXPERIÊNCIAS

Roteiros turísticos, roteiros gastronômicos, roteiros culturais, workshop, oficinas, aulas e outras atividade que contam a história, apresenta a memória e os legados da comunidade negra. As experiências são vivências em Quilombos, visita a espaços e comunidades negras, roteiros negros nas capitais e interiores, cursos, palestras e outras atividades.

Diferencial

Fazemos uma curadoria para garantir que as experiências sejam ofertadas e ministradas por organizações e profissionais qualificados, com representatividade e contundência nos conteúdos. Por isso, já somos o maior canal especialista e promover essas atuações.

TREINAMENTOS

Treinamentos para o setor comercial e para grupos e comunidades tradicionais. Para o setor comercial desenvolvemos um treinamento focado no desenvolvimento do padrão de qualidade para o consumidor negro, criando políticas e diretrizes que ofereça serviços coma mesma experiência de qualidade para clientes negros. Para grupo e comunidades tradicionais, desenvolvemos a implementação do TBC - Turismo de Base Comunitária, sendo um treinamento focado no turismo sustentável que é desenvolvido com, pela e para a comunidade.

Diferencial

Somos a única empresa do setor especializada em gerar métricas na cadeia do turismo, focados em equidade étnico racial. Desenvolvemos uma metodologia própria testada, validade e já com resultados de impacto mensurados. Elaborada a partir de referências teóricos, técnicas e pedagógicos que preza pelo trabalho de formação cognitiva para atrair qualidade, equidade, desenvolvimento da atividade do turismo com a promoção de valores e propósitos corporativos. A metodologia é desenvolvida de forma participativa trabalhando conceitos, valores afro-civilizatórios, comportamentos e técnicas para promover melhor qualidade e inclusão do negro na prática do turismo.

EXPERIÊNCIAS ONLINE

São eventos online ofertadas por empreendedores, profissionais liberais, professores, ativistas, lideranças comunitárias, ONGs, coletivos e entre outros atores sociais da comunidade negra. As atividades são pagas e gratuitas, como cursos, oficinas gastronômicas, oficinas de drinques e petiscos, shows, atividades culturais, contação de história, palestras, apresentações artísticas, aulas de dança, yoga e muitas outras.

Diferencial

Já somos a maior plataforma especialista em promover essas atividades online e a única especializada em apresentar o melhor da produção histórica, cultural e intelectual da comunidade negra. Com essas experiências estamos levando a possibilidade de geração de renda para empreendedores do turismo, gastronomia e cultura que foram fortemente abalados pela pandemia.


NOSSO IMPACTOS

Nossos impactos são produzidos para dentro e fora da startup que é tem toda equipe formada por profissionais negros. Os impactos são monitorados a partir de indicadores criados para acompanhar as contribuições que levamos a nossa rede. Produzimos indicadores de impactos associados anove ODS ( ODS 1, 3, 4, 5, 8, 10, 11, 12). Impactos esses como promoção da geração de renda para comunidade negra (empreendedores e profissionais negros ofertam seus serviços em nossa tecnologia),equidade racial no trade de turismo, implementação da 10.639 e 11.645 (com a oferta de atividades e conteúdos que servem como ferramenta para implementação das leis), salvaguarda de patrimônios materiais e imateriais (destacando monumentos da história e memória da comunidade negra), empoderamento econômico de grupos e comunidades tradicionais (com treinamentos para implementação de um turismo pensado pela, para e com comunidades tradicionais), combate e enfrentamento ao racismo criando a oportunidade de pessoas e serviços se conectarem associados ao propósito.

Sede da organização (UF)

  • São Paulo

Site da organização

www.diaspora.black

Mídias sociais da organização

Facebook e Instagram: @diaspora.black Linkedin: diaspora-black Whatsapp:11 99857-7271 E-mail: contato@diaspora.black Sites: www.diaspora.black eventos.diaspora.black https://diaspora.black/empresas/

Data em que você iniciou o projeto

10/2016

Estágio do projeto

  • Estabelecido (passou com sucesso pelas fases iniciais, tem um plano para o futuro)

Elegibilidade I: Você atende a todos os critérios de elegibilidade?

  • Sim, eu tenho mais de 18 anos de idade.
  • Sou brasileira/o ou estrangeira/o residente no Brasil.
  • Tenho atuação direta e comprovada no projeto.
  • Não sou funcionário nem familiar de funcionários da Ashoka e da CTG Brasil.

Elegibilidade II: O projeto inscrito:

  • É um projeto já implementado e posso comprovar nas respostas, fotos e documentações a serem apresentadas nesta inscrição..
  • É um projeto que tem como foco pelo menos dois (2) dos quatro (4) pilares do turismo sustentável (social, cultural, ambiental e econômico) descritos na seção "Escopo e áreas de foco".

Ao se inscrever, você concorda que possamos apresentar seu trabalho nas mídias sociais e outras publicações da Ashoka e CTG Brasil, relacionadas ao Desafio?

  • Sim, eu concordo.

1) Viagem pessoal: qual a história por trás da decisão em iniciar este projeto?

Foram muitas as situações de racismo, mas não seria diferente para um cidadão negro brasileiro, nascido na periferia carioca. Os desafios foram muitos, mas também foram muitos os aprendizados. Morando num terreiro de Umbanda por 14 anos, aprendi que casa é um espaço sagrado, aprendi valores de coletividade e cooperativismo com meus 10 irmãos de criação, aprendi a combater o racismo e as desigualdades participando de coletivos e movimentos sociais.Com esse mosaico de vivências, jamais poderia admitir ser discriminado como cliente de diversos serviços. Vivenciei muitas situações racistas em hotéis, restaurantes, táxis, aeroportos em diferentes cidades em que viajei. Mas foi dentro de casa, quando um casal se negou a se hospedar por um anfitrião negro, que compreendi que o turismo precisava passar por uma transformação. Não foi difícil constatar a reprodução do racismo no setor sem representatividade, na invisibilidade de roteiros e de profissionais que contam essas histórias.

2) O problema: que problema você está ajudando a resolver?

O racismo e a desigualdade racial são grandes problemas na sociedade brasileira, embora o país tenha cerca de 115 milhões de afro-brasileiros. Essa população não se vê representada em diversos setores de serviços e tem seus legados socioculturais, sua identidade e história, invisibilizados também nos serviços do turismo. Nós entendemos que este segmento é estratégico para enfrentamento ao racismo, pois podemos promover o conhecimento, valorização, geração de renda e o combate ao racismo.

3) Sua solução: como seu projeto responde a esse problema? Compartilhe sua abordagem específica.

A tecnologia é elemento fundamental para o desenvolvimento econômico dos empreendedores do setor, especialmente após a pandemia. A presença digital é fundamental para o setor e por isso criamos uma empresa de tecnologia que permite a promoção e venda de serviços turísticos e culturais em diversas cidades, com foco na valorização da cultura negra. Desenvolvemos um marketplace com ofertas de meios de hospedagens inclusivos; agências e operadores (roteiros afro); e atividades online (oficinas de gastronomia, cursos, shows, workshop, palestras, capoeira, yoga, oficinas de drinques / petiscos e muito mais), oferecendo assim, uma curadoria de opções diversificadas e comprometidas com atendimento igualitário aos viajantes. Nós também realizamos treinamentos para qualificação do setor. Entre eles, está a certificação para atendimento igualitário para empresas do setor, com estratégias e ações para implementar melhores práticas de promoção da diversidade na cadeia de serviços. Outro treinamento é para implementação do Turismo de Base Comunitária em grupos e comunidades tradicionais, tendo como diretrizes demandas de sustentabilidade das comunidades. Os roteiros desenvolvidos pelas comunidades também são promovidos na plataforma. Assim, fortalecemos a geração de renda de profissionais negros e da comunidade.

4) Que tal incluir um vídeo sobre sua iniciativa?

Trabalhamos com o desenvolvimento do Turismo de Proposito e de Base Comunitária, implementando um turismo com e para comunidades tradicionais negras, tendo como diretrizes demandas de sustentabilidade das comunidades. Além de atuar na implementação do TBC, também promovemos o trabalho destas comunidades a partir da venda de roteiros e vivências conduzidos por profissionais do turismo que levam grupos para essas comunidades.

5) Atividades: Destaque as principais atividades que você realiza no dia-a- dia do seu projeto.

Em turismo sustentável: 1-Mobilização e articulação de grupos e comunidades - Visitas, conversas, levantamento e diagnósticos, treinamentos, sensibilizações e monitoramento. 2- Empresas, guias e profissionais especializados em turismo de base comunitária - Captação de novos roteiros e experiências para promovermos em nossa plataforma. 3- Mobilização de grupos, comunidades tradicionais, lideranças e profissionais - atuando na sensibilização para o desenvolvimento de atividades online que colaborem para manutenção da economia e enfrentamento dos desafios sociais da Covid19. 4- Mobilização de grupos, comunidades tradicionais, lideranças e profissionais para implementação de protocolos de cuidados e medidas preventivas ao Covid19. 5- Ações de marketing para promover atividades promovidas por grupos e comunidades, como na promoção das oficinas de gastronomia quilombola.

6) Inovação: Qual inovação sua iniciativa está desenvolvendo ou adaptando para solucionar problemas na área do turismo? Como se diferencia de outras iniciativas no setor?

Somos a única startup a promover um marketplace de experiências no mercado do turismo para promoção da cultura negra. Através de um site com tecnologia própria de marketing e vendas para promover produtos e serviços da comunidade negra com maior alcance. Com metodologias próprias para desenvolver padrão de qualidade para consumidores negros dentro do setor comercial de turismo e para implementar o turismo de base comunitária em grupos/comunidades tradicionais. Articulando redes de profissionais, lideranças, intelectuais e viajantes negros e não negros interessados. No contexto do Brasil ser o segundo país mais negro do mundo, com 115% milhões de afrobrasileiros e que tem uma participação de 1,7 trilhões no Pib nacional, faltam serviços e produtos com representatividade e as muitas manifestações de racismo se reproduzem diariamente no setor. No contexto de consumidores negros do setor não serem tratados com o mesmo padrão de qualidade oferecidos para não negros e não serem respeitados em suas integridades como consumidores de turismo, pelas múltiplas formas como o racismo opera para turistas negros e nas limitações de acesso a serviços de turismo pela internet como comprovado pela pesquisa da Harvard, 2016 que apontou que pessoas negras sofrem 16% a mais de rejeição na tentativa de contratação serviços online. Por isso, criamos a Diaspora.Black para promover a partir do Turismo nossas histórias usando a tecnologia.

7) a) Pilares do Turismo sustentável: Quais dos seguintes pilares do Turismo Sustentável o seu projeto contempla?

  • Social - iniciativas que melhorem a qualidade de vida das comunidades envolvidas, que sejam capazes de contribuir em aspectos da educação, saúde, articulação social, diversidade e atuação das comunidades.  
  • Cultural - iniciativas que valorizem as identidades e culturas locais, a preservação das histórias e os saberes tradicionais.  
  • Ambiental - iniciativas que reduzam o impacto ambiental, que ofereçam soluções de compensação, que cuidem da conservação e do uso de recursos naturais, que se proponham a regenerar áreas degradadas e que promovam educação e sensibilização ambiental.     
  • Econômico - iniciativas que atuem a partir da proposta de desenvolvimento local, que gerem emprego e renda localmente, que valorizem fornecedores locais, que construam parcerias e que fortaleçam redes de produção e serviços junto a outros agentes locais.  

7) b) Pilares do Turismo Sustentável: explique como os pilares que sinalizou na pergunta anterior estão presentes na implementação do seu projeto.

Social - Atuamos em diferentes comunidades e grupos, seja em áreas rurais ou urbanas, levando formação a partir de nossos treinamentos e sensibilizações e ainda promovendo a atividade do turismo nessas comunidades. Cultural - Promovemos a cultura afro a partir da venda de roteiros e atividades que apresentam e valorizam os legados materiais e imateriais de memórias e manifestações culturais afrobrasileiras. Ambiental - Com Turismo de Base Comunitária promovemos iniciativas que desenvolvem educação ambiental e ainda, desenvolvemos a partir dos nossos treinamentos e sensibilizações para proteção e manutenção de recursos naturais e de manejo de ambientais. Econômicos - promovemos a geração de renda para profissionais, empresas e comunidades que atuam com a cadeia de serviços do turismo. Nosso foco nos empreendedores negros favorece a sustentabilidade econômica desses negócios, e contribui para a empregabilidade e redução da pobreza.

8) Impacto: quais impactos seu projeto causou até agora? Considere impactos internos na estabilidade da sua organização e externos em relação ao pilares do turismo sustentável, utilize dados

Desde 2018 desenvolvemos uma Teoria da Mudança, permitindo a análise e mensuração de impactos alinhados aos ODS’s 4, 8, 10 e 11. Nesse sentido, temos registrados mais de 7 mil clientes impactados com os nossos serviços, sendo mais de 4 mil afroempreendedores que passaram por formações e qualificações nas áreas de empreendedorismo e marketing digital. Ao todo, já mobilizamos mais de R$ 300 mil entre empreendedores negros diretamente listados em nossa plataforma, além de termos transacionado mais de R$ 1,5 milhão em ações e projetos realacionados à nossa atuação. Mais de 70% da nossa rede é composta por mulheres negras, que são as principais impactadas diretamente com a circulação econômica realizada. Também já mobilizamos treinamentos e sensibilizações em 12 comunidades tradicionais e empresas, qualificando-os para a atuação responsável no setor.

9) Estratégias de crescimento: Quais são seus planos para fomentar o crescimento de sua iniciativa?

Nosso planejamento de crescimento está focado em duas frentes: nos investimentos em tecnologia, qualificando o marketplace para ampliar a autonomia dos empreendedores na gestão de seus negócios; Investimentos em Growth Marketing, para ampliar o alcance e o reconhecimento dos nossos serviços entre a nossa comunidade de viajantes e também no público geral, prospectando novos parceiros. Neste sentido, uma das estratégias adotadas é o investimento na realização de treinamentos de grupos e comunidades tradicionais para atualização dos protocolos de segurança contra o covid-19. Como estratégia de crescimento, capilaridade e legitimidade atuamos com a articulação de algumas redes as redes AfroHub (parceria Feira Preta, Afrobusiness e Facebook Brasil) uma rede que leva treinamentos para emrpeendedores negros; o Fórum Raça e Mercado (parceria Feira Preta, Afrobusiness e FGV) rede para promoção do afro-empreendedorismo e a Rede de AfroTurismo (uma rede de empreendedores negros do turismo).

10) Colaboração: como a sua iniciativa colabora com outros atores (governos, universidades, empresas, associações da sociedade civil) para fazer a diferença? Você realiza alguma parceria?

A atuação em redes e com parcerias é central no nosso plano de crescimento e por isso desenvolvemos parcerias técnicas para potencializar o turismo afro e sustentável. Somos idealizadores e atuamos na estruturação e liderança da Rede AfroTurismo, que visa mobilizar todo o segmento de turismo afro para fomentar parcerias e trocas comerciais. Com o setor público, temos uma parceria técnica com prefeitura de Olinda com o objetivo de desenvolver estratégias para potencializar o turismo afro na cidade; Com as universidades, temos como destaque a parceria com a FGV no desenvolvimento do Fórum Raça e Mercado, espaço de pesquisas e análises sobre o desenvolvimento econômico da população negra no País, com foco no empreendedorismo. Somos parceiros da Feira Preta e Afrobusiness na realização do Fórum, e também na realização do programa AfroHub, desenvolvido junto com o Facebook para levar conteúdos de empreendedorismo a mais de 100 mil afroempreendedores em todo o País.

11) Inspirar novos agentes de transformação: você tem influenciado outras organizações e pessoas a se envolverem no seu projeto e/ou a se preocuparem com o Turismo Sustentável? Se sim, como?

As atuações em redes e parcerias são elementos importantes para transmitir e amplificar o engajamento de diversos agentes na valorização do turismo afro e sustentável. Nossa comunidade hoje é composta por mais de 30 mil pessoas em 15 países que buscam em nossa atuação referências para o turismo com propósito, diversidade e impacto social. Além disso, somos a primeira empresa a fomentar o uso da tecnologia para promover o turismo afro, assim, colaboramos para o desenvolvimento de alguns outros empreendedores e que hoje são nossos parceiros, tais como: Black Bird, Brafika, Bintonga Travel, que desenvolveram serviços destacados e reconhecidos em todo o País. Além disso, nossa atuação influenciou a retomada e a valorização de agentes e guias especializados em roteiros afro, como Solange Barbosa, realizadora da Rota da Liberdade, que mesmo com mais de 15 anos de atuação já não sentia estímulo e oportunidade de mercado para a realização dos tours em quilombos de São Paulo.

12) a)Quais dos seguintes recursos sua organização obteve até o momento?

  • Suporte de amigos
  • Apoio da família
  • Vendas
  • Mentores / conselheiros
  • Participação em programas de incubação e aceleração
  • Campanhas de crowdfunding

12) b) Planejamento Financeiro: como você planeja financiar o seu projeto a curto, médio e longo prazo?

Em um cenário de pandemia, conseguimos alcançar um crescimento de 10X na geração de receita no período entre março e setembro. Nesse sentido, estamos em fase de tração dos serviços e entendemos que o crescimento das receitas diretas com a venda dos serviços nos permite ter no horizonte de médio prazo o breakeven de nossa operação. Até lá, nossa estratégia de financiamento é realizar uma segunda rodada de investimento, a Rodada Série A, que permitirá o financiamento nos próximos 18 meses para a qualificação da tecnologia e expansão das atuações. Além disso, atualmente estamos negociando um financiamento público especial para o setor de turismo, e também aguardando concorrências de editais públicos. Assim, nossa composição de fontes de renda está prevista da seguinte maneira: 30% receita de serviços 50% receita de investimentos; 10% de receita de editais e 10% de financiamento público.

12) c) Quanto você já investiu no seu projeto para a operação deste ano?

  • Investimento entre R$100.000 e R$500.000

12) d) Qual é o orçamento necessário para o funcionamento do seu projeto durante 1 ano?

  • acima de R$ 500.000

13) Equipe: qual é a atual composição da sua equipe (papéis, qualificação, tempo integral x temporários, etc)? Como essa composição se transformará no futuro do seu projeto?

Todos com jornada integral: Antonio Pita - COO Foi reporte do caderno de economia do O Estado de São Paulo André Ribeiro - Designer Formado pela UFRJ, atuou no desenvolvimento de produtos na COPPE/RJ e empreendeu o projeto Yoo. Carlos Humberto - CEO Trabalhou na Fundação Roberto Marinho e a Fundação Vale na área de gestão de projetos. Cintia Ramos - CBO Atuou como gerente de vendas na Expedia Group. Cletche Nafantchamna - Operações Nascido em Guiné Bissau e imigrante no Brasil, Clet é mestrando em ciências da computação pela USP e desenvolvedor de tecnologias Helena Coelho - Aux. Administrativa Foi gerente administrativo financeiro das organizações CMAIS e no INSTITUTO OCA BRASIL. Rafael Bantu - CTO Especialista em programação, atuou como gestor de tecnologia da organização italiana La Fabbrica. Simara Conceição - MKT&Growth Especialista, foi responsável pelo mkt de iniciativas da comunidade negra como Movimento Black Money e outros.

14) Diversidade na equipe: descreva a diversidade de sua equipe e inclua informações sobre a distribuição de cargos.

Como nossa atuação é focada na promoção da diversidade, este é um item que está na essência da nossa startup. Neste momento temos 8 colaboradores diretos e 1 voluntária, sendo uma composição de 4 mulheres e 5 homens. Entre as mulheres, a Cintia Ramos é sócia da empresa, e é gestora da área de Negócios e Vendas. Na área financeira, temos uma mulher branca e uma mulher 50+, voluntária no time. No Marketing, a área é liderada por uma mulher negra nordestina. Na área de desenvolvimento e operações, temos um imigrante africano. E o corpo societário também é compostos de dois homens negros LGBT.

15) a) Diversidade do público de sua iniciativa: o seu projeto tem como foco específico algum dos seguintes grupos?

  • Minorias étnicas
  • Comunidade negra
  • Comunidade de baixa renda
  • Comunidade LGBTQIA+
  • Comunidade rural
  • Comunidade periférica
  • Comunidade indígena
  • Comunidade quilombola
  • Outra Comunidade Tradicional

15) b) Diversidade de público da iniciativa: Dê exemplos reais de como o seu projeto está conseguindo impactar todos os grupos que você indicou na pergunta anterior.

Toda a nossa atuação é pautada na diversidade e voltada para a valorização da cultura negra. A partir desse recorte, direcionamos ações específicas para diversos grupos minorizados, como a Comunidade LGBTQIA+, que é alvo de campanhas específicas entre nossos anfitriões e clientes, para a acolhida respeitosa e sem discriminação. As ações de marketing e comunicação geram engajamento do público, que já representa 15% dos nossos clientes de acomodação. Entre as comunidades rurais e tradicionais, citamos o trabalho de promoção do Turismo de Base Comunitária realizado em diversos municípios da Baía de Sepetiba (RJ), onde aplicamos a metodologia de desenvolvimento de roteiros a partir da valorização da cultura e memória local. Mas o melhor exemplo são as atividades desenvolvidas nas comunidades quilombolas. Com o impacto significativo da pandemia sobre a atividade turística no Quilombo da Fazendo (SP), Solange Barbosa, idealizadora da Rota da Liberdade, com vivências em Quilombos.

16) Como você soube desse desafio?

  • Recomendado por outras pessoas
  • Foi mencionado em uma palestra por uma representante da Ashoka

17) ADAPTABILIDADE: Como sua iniciativa contribui para a resiliência socioeconômica e cultural da comunidade em que você atua? Ou seja, como ela ajudou a comunidade a se adaptar em uma situação de crise como a pandemia da covid-19?

Na contramão da crise, a Diaspora.Black, startup de turismo afrocentrado, viu as operações e o faturamento crescerem ao oferecer aos clientes experiências culturais online no período de isolamento social. No mês de março, vimos todas as atividades e passeios planejados serem suspensos ou cancelados, e o caixa esvaziando em decorrência da demanda de reembolso dos clientes.  A saída, foi dobrar a aposta na essência da empresa, reforçando investimento em tecnologia para adaptar o negócio à demanda de experiências online centradas no legado e memória da população negra em todo o mundo. O resultado foi um crescimento de receita de 770% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre. Focada na cultura negra, a empresa mapeou atividades e cursos online realizados por personalidades, professores, artesãos e grandes referências da comunidade em diversas áreas, como gastronomia, yoga, filosofia, arte e estética, por exemplo. Com formatos variados, como cursos, oficinas e workshops, as experiências online representaram um salto de 553% sobre os pedidos registrados pela plataforma.  Na contramão da crise, a Diaspora.Black, startup de turismo afrocentrado, viu as operações e o faturamento crescerem ao oferecer aos clientes experiências culturais online no período de isolamento social. No mês de março, vimos todas as atividades e passeios planejados serem suspensos ou cancelados, e o caixa esvaziando em decorrência da demanda de reembolso dos clientes. A saída foi dobrar a aposta na essência da empresa, reforçando os investimentos em tecnologia para adaptar o negócio à demanda de experiências online centradas no legado e memória da população negra em todo o mundo. O resultado foi um crescimento de 10x nas receitas entre março e setembro. Com isso, empreendedores negros do turismo e diversos setores altamente impactado como, gastronomia, cultura e outros, conseguiram manter a geração de renda ao se adaptar para oferecer essas atividades online.

18) MUDANÇAS SISTÊMICAS: Você diria que sua atuação gera ou visa a mudança sistêmica? Caso sim, por favor explique.

Acreditamos que o exercício do racismo também está associado a fatores cognitivos que educação e conhecimento são importantes ferramentas para combate-lo. Assim, estamos promovendo com nossos serviços a inclusão da população negra, de suas histórias e legados, através de ações que promovem vivências, conhecimento e experiências que incidem diretamente numa agenda anti racista. Nosso propósito enquanto negócio é o desenvolvimento de soluções contra um problema sistêmico: o racismo. Para isso, atuamos em duas frentes: geração de receita, para a inclusão e empoderamento econômico de afroempreendedores; E a construção de narrativas simbólicas que valorizem a cultura e a memória afrobrasileira na identidade nacional. Acreditamos que vivência e conhecimento são ferramentas centrais para o enfrentamento ao racismo, que também está associado a fatores cognitivos. Como exemplo, destacamos o bairro da Liberdade, no centro da cidade de São Paulo. O bairro que recebe visitantes do mundo inteiro, não tinha a história de seu nome e da presença da comunidade negra apresentada pelos serviços convencionais. Com nossos roteiros, conseguimos dar visibilidade a presença da comunidade negra, suas histórias e aos inúmeros empreendedores negros que atuam no bairro. A repercussão deste roteiro, criado e realizado por afroempreendedores, impulsionou o debate público sobre a importância de reconhecer essa história na cidade. O roteiro foi destacado como um dos projetos que transformam a relação dos cidadãos com o espaço público em São Paulo, e também influenciou a demarcação, com placas de informações históricas, dos espaços de memória negra da região da Liberdade. A prefeitura também prepara um memorial sobre o tema na região, previsto para inaugurar em 2021.

19) TURISMO COMO VETOR DE DESENVOLVIMENTO: Você consegue exemplificar, a partir da sua experiência, como o turismo pode colaborar localmente para um sistema de criação de valor compartilhado?

Acreditamos que o turismo é um setor estratégico para promover o reconhecimento das muitas riquezas geradas pela população negra entre os símbolos e patrimônios da identidade nacional. Histórias, monumentos, personalidades, manifestações culturais e saberes tradicionais da população afrobrasileira podem ser destacados nos roteiros e destinos, ativando a circulação econômica entre diferentes atores da economia criativa, microempreendedores e pequenos negócios associados a esses segmentos culturais afro-brasileiros. O potencial deste mercado já é alvo de políticas públicas em desenvolvimento, especialmente em Salvador, onde há um plano estratégico para o desenvolvimento do Turismo Étnico-Afro, com ações de capacitação de empreendedores e reconstrução do branding da cidade, se reposicionando para atender à vocação natural do território e a um público crescente. O calendário de manifestações culturais afrobrasileiras da cidade, a exemplo da Festa de Yemanjá, é um exemplo dessa vocação da cidade e do potencial econômico e de desenvolvimento territorial associado ao turismo. A mesma festa pode ser um exemplo do processo histórico de invisibilidade e estigmatização dos patrimônios materiais e imateriais da comunidade negra, e a desigualdade na distribuição das receitas geradas pela atividade, uma vez que a visão predominante para a promoção do destino e do evento ainda não contemplam ou valorizam os atores locais da cadeia de serviços turísticos, microempreendedores, associações e coletivos tradicionais que preservam as tradições. Outro exemplo positivo vem do Quilombo do Campinho, localizado em Paraty (RJ), que conseguiu organizar atividades culturais próprias, associadas à cultura negra e indígena fortes na região, para contrapor à programação oficial da Flip, principal evento do calendário turístico da cidade. E dessa forma, ampliou a geração de renda da cidade, atraiu a visibilidade de imprensa e dos turistas, fortalecendo a economia local da comunidade.

20) REPLICABILIDADE: Para você, é possível identificar outros projetos que foram inspiradores para sua iniciativa? Em quais aspectos? E como o seu projeto se preocupa em inspirar outras iniciativas e ser replicado em outros contextos? Há alguma estratégia para viabilizar sua replicação?

Aèétê riò ! Aprendemos com aqueles que estão à nossa frente! Fomos inspirados, potencializados e alimentados por outros empreendedores negros, lideranças e profissionais negros do turismo e da economia criativa, a exemplo da Rota da Liberdade, da Feira Preta, e de lideranças quilombolas como Ronaldo (Conaq), dona Laura (Quilombo da Fazenda), que desenvolvem iniciativas turísticas sustentáveis em suas comunidades. Aprendemos com eles valores que alimentam nossa trajetória empreendedora, fortalecem nosso conhecimento e nos motivam a seguir. Por isso, temos compromisso em compartilhar nossos conhecimento e aprendizados com outros afroempreendedores. ESse é o propósito do AfroHub, programa de educação empreendedora que já impactou mais de 4 mil pessoas em oito estados brasileiros. Em 2020, pretendemos ampliar o alcance para até 100 mil pessoas em todo o País, na modalidade online. Também criamos a rede de AfroTurismo ao lado de parceiros importante e a partir deste trabalho, promovemos uma maior visibilidade da atuação de outros empreendedores negros no turismo. O objetivo da rede é fortalecer o ecossistema de negócios do setor, articulando as necessidades comuns aos empreendedores e abrindo pontes e caminhos para negócios e criação de novos roteiros, com conexões internacionais, que mantenham o propósito de conexão das memórias da diáspora negra.

21) UTILIZAÇÃO DO PRÊMIO - Caso sua inciativa seja uma das três iniciativas selecionadas para receber o prêmio em dinheiro, como pretende investir o valor recebido?

Tecnologia - Desenvolvendo uma versão atualizada da plataforma, com uma primeira versão de nosso app, ampliando o alcance, praticidade e segurança para os viajantes realizarem reservas e os empreendedores acompanharem a evolução do negócio UX - Implementando uma experiência d@s noss@s clientes mais ágil, automatizada, intuitiva e reduzindo a demanda de trabalho analógico da operação Marketing - Promovendo uma maior qualidade do funil de vendas através de ferramentas de inteligência de business

22) a) TURISMO SUSTENTÁVEL: o que é turismo sustentável para você?

O turismo sustentável corresponde à adoção de práticas exercidas para promover desenvolvimento a partir da manutenção e conservação dos aspectos sócio-ambientais em um determinado território. Conceitualmente, o Turismo Sustentável promove uma maior integração homem x natureza, possibilitando arranjos produtivos centrados na conservação da natureza, manutenção da vida e o manejo de saber e traduções populares. Este último aspecto é particularmente importante para a preservação e valorização da autenticidade dos territórios, compondo um tripé de elementos cada vez mais buscado e reconhecido pelos viajantes na construção de suas experiências de viagem. O turismo sustentável deve permitir a valorização econômica, social e cultural dos territórios e dos agentes locais, e também promover a sensibilização e empatia entre os viajantes para com os modos de vida e cultura do território, de modo a impactar positivamente na construção de sentidos de tolerância, diversidade e coletividade.

22) b) TURISMO SUSTENTÁVEL: Com base na sua experiência, quais você considera serem os principais desafios para a implementação de iniciativas de turismo sustentável na atualidade? Quais caminhos você vislumbra para superá-los?

Hoje o maior desafio é exposição ao contagio da Covid-19, pois precisamos repensar protocolos de atuação com uma politica de segurança contra a proliferação da pandemia entre grupos e comunidades tradicionais. Hoje o maior desafio é exposição ao contágio da Covid-19, pois precisamos repensar protocolos de atuação com uma política de segurança contra a proliferação da pandemia entre grupos e comunidades tradicionais. Sem protocolos unificados nacionalmente, a atividade turística está retomando em áreas de preservação ambiental, comunidades rurais e tradicionais de forma descontrolada, colocando em risco esses patrimônios. Desenvolvemos treinamento online para profissionais do turismo, material informativo para grupos e comunidades tradicionais e estamos repensando toda a mobilização de visitação em comunidades tradicionais. Cuidados como: Grupos menores, equipamentos de proteção, distanciamento, preservação de idosos, delimitação de áreas e espaços a serem visitados e outros cuidados serão implementados na retomada do turismo.

22) c) TURISMO SUSTENTÁVEL: Quais oportunidades você considera importantes para fortalecer iniciativas de turismo sustentável?

- A busca por autenticidade e sustentabilidade devem emergir entre os viajantes após a pandemia; - A mudança no perfil de viagem, para destinos próximos e de curta duração, pode favorecer o turismo cultural e de natureza; - O crescente empoderamento da população negra, que terá papel relevante no mercado doméstico de viagens; - O interesse crescente da sociedade brasileira conhecer melhor suas origens e valorizar a pluralidade de manifestações culturais tradicionais; - O surgimento e fortalecimento do mercado do AfroTurismo. - A necessidade de manutenção e conservação de práticas e conhecimentos tradicionais;

Evaluation results

17 evaluations so far

1. IMPACTO: Esta iniciativa demonstra impacto relevante, e com evidências quantitativas e qualitativas?

Com toda certeza. - 64.7%

Sim, há evidências quantitativas e qualitativas de seu impacto na comunidade. - 23.5%

De forma parcial. - 11.8%

Não, há pouca evidência de resultados de impacto. - 0%

Não. - 0%

2. INOVAÇÃO: Esta iniciativa desenvolveu e implementou uma abordagem inovadora?

Com toda certeza. - 64.7%

Sim, tem características inovadoras. - 17.6%

De forma parcial. - 17.6%

Não, há pouca evidência demonstrada. - 0%

Não. - 0%

3. PLANEJAMENTO FINANCEIRO E OPERACIONAL: A iniciativa tem como base um modelo de negócio viável e mostra planos realistas de longo prazo para a sustentabilidade financeira?

Com toda certeza. - 35.3%

Sim, a iniciativa tem um bom modelo de negócio. - 41.2%

De forma parcial. - 17.6%

Insuficiente. - 0%

Não. - 5.9%

4. REPLICABILIDADE & CRESCIMENTO: Avalie a escalabilidade da iniciativa. Ela tem potencial de ser replicada em outros contextos sociais, culturais e/ou geográficos?

Com toda certeza. - 52.9%

Sim, a iniciativa demonstra potencial. - 41.2%

De forma parcial. - 5.9%

Insuficiente. - 0%

Não. - 0%

5. AGENTES DE TRANSFORMAÇÃO: Uma/um agente de transformação social é alguém que se propõem a lidar e encontrar soluções coletivas para o bem de uma comunidade, um grupo, uma localidade. Queremos saber: essa iniciativa ajuda a inspirar e apoiar outras pessoas a se tornarem agentes de transformação em suas comunidades?

Com toda certeza. - 58.8%

Sim, a iniciativa demonstra potencial. - 29.4%

De forma parcial. - 11.8%

Insuficiente. - 0%

Não. - 0%

6. DIVERSIDADE: Esta iniciativa demonstra a inclusão de públicos diversos em sua iniciativa, seja nos parceiros com os quais colabora e/ou na composição de sua equipe?

Com toda certeza. - 52.9%

Sim, a iniciativa demonstra potencial. - 35.3%

De forma parcial. - 5.9%

Insuficiente. - 5.9%

Não. - 0%

7. AVALIAÇÃO GERAL: De forma geral, você considera que esta iniciativa deve avançar para a próxima fase do Desafio e se tornar um semifinalista?

Sim, com toda a certeza! - 52.9%

Sim, acredito que sim. - 29.4%

Talvez. - 11.8%

Provavelmente não. - 5.9%

Não. - 0%

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Team

Olá Diaspora.Black e equipe,
O Turismo CO2 Legal – Guardiões do Clima é uma iniciativa que tem como propósito implantar na atividade turística a compensação de emissões de Gases de Efeito Estufa geradas pelo trade turístico e pelos turistas, algo que será cada vez mais necessário para responder à crise climática. Os recursos da compensação financiam um conjunto de ações voltadas à conservação e restauração de florestas, à inclusão socioeconômica de grupos sociais vulneráveis e ao enfrentamento à crise climática.
Após 10 anos testando, avaliando e aprimorando o protótipo nosso próximo passo é replicar a iniciativa para outras regiões do Brasil. Nossa estratégia na replicação é estruturar uma rede de Ongs e instituições interessadas em executar o programa em suas regiões, adaptando-o às realidades locais. Vamos capacitar e assessorar as instituições para que se apropriem do conceito, metodologia e do funcionamento do programa, dando suporte técnico e operacional durante o tempo necessário à sua implantação.
Com a estruturação da Rede Turismo CO2 Legal – Guardiões do Clima existe um potencial enorme para desencadearmos um poderoso movimento no país em prol do clima, das florestas, da agricultura ecológica, do combate à pobreza no meio rural e da vida, gerando mudanças socioambientais sistêmicas e profundas a partir do turismo.
Envolver as iniciativas semifinalistas do Desafio de Inovações em Turismo Sustentável na Rede Turismo CO2 Legal – Guardiões do Clima será algo fantástico para iniciar a replicação. Neste sentido, queremos convidá-los a conhecer a iniciativa com mais propriedade e havendo interesse em participar da Rede entrar em contato através do email salvador@mecenasdavida.org.br ou pelo WhatsApp 73 999646444
https://network.changemakers.com/challenge/turismosustentavel/edicao/turismo-co2-legal-guardioes-do-clima
Gratidão pela escuta e fiquem bem.
Salvador e equipe Mecenas da Vida

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